I know you never asked, but i'll say it anyway.
I am NOT fine.
I'm still the same dumb me I was two years ago.
Same stupid beliefs, same stupid excuses.
So, yeah, fucked up sums it up real good.
Heads up, spirits down.
Fake it, baby, fake it 'till you make it.
'Cause someday you just can't tell it anymore.
What it is, and what it i'snt.
But how could you know?
Ever so elegant, even in madness.
So helpless. SO COOL.
Gave me the chills.
Ever so happy, so real.
Just like a kid with his happy meal.
Pure joy in misery, so easily.
For every second of eternity.
sexta-feira, fevereiro 21, 2014
quinta-feira, setembro 12, 2013
o amor saiu
partiu
nem se virou
pra me olhar
se preocupava
em sonhar
o amor saiu, foi embora
divertir-se com uns palhaços
e se volta, não tem hora
foi sorrindo, sim senhora
sumiu
e se parou
foi pra fumar
se preocupava
em voltar
o amor saiu, foi ao circo
ouvir os sons da fanfarra
e se chora, não explico
foi sorrindo, meu amigo
e a tinta
afinal
marcava a pele
um sinal
quem sabe,
até no
carnaval
no carnaval
nem se virou
pra me olhar
se preocupava
em sonhar
o amor saiu, foi embora
divertir-se com uns palhaços
e se volta, não tem hora
foi sorrindo, sim senhora
sumiu
e se parou
foi pra fumar
se preocupava
em voltar
o amor saiu, foi ao circo
ouvir os sons da fanfarra
e se chora, não explico
foi sorrindo, meu amigo
e a tinta
afinal
marcava a pele
um sinal
quem sabe,
até no
carnaval
no carnaval
domingo, janeiro 23, 2011
As cicatrizes estão expostas.
São como medalhas,
que me garantem a liberdade.
Se não há temor, há causas justas.
Pois que o belo discurso esconde;
onde há amor e desejo,
em um maravilhoso minuto
o que se transmuta
de amor em luta
pois que o que se deseja;
por mais vil que seja
tornar-se à verdade.
Sem alguma humildade;
à qualquer vontade
me torno escravo e servo,
e sirvo a qualquer propósito,
se há de ser assim.
E se um maravilhoso minuto se impuser,
quão maravilhoso é?
Não há que se julgar importante;
a vida é maior que tudo.
terça-feira, setembro 29, 2009
Reciclando memórias
Ao roubarmos um pedaço do tempo e o estamparmos à luz no filme, os tons que ficam não guardam a dimensão do que é intangivel. Mesmo que revelem detalhes, o que está ausente é o que importa.
É nessas lacunas que podemos construir os sentidos que vão nos guiar. Os caminhos onde deixamos os olhos escorrerem até que a figura tome forma.
Se existe um vazio na imagem, é a potencialidade se materializando.
É nessas lacunas que podemos construir os sentidos que vão nos guiar. Os caminhos onde deixamos os olhos escorrerem até que a figura tome forma.
Se existe um vazio na imagem, é a potencialidade se materializando.
quarta-feira, janeiro 28, 2009
terça-feira, agosto 26, 2008
sexta-feira, junho 13, 2008
Apresenta-se o herói à tragédia,
na jornada de um mártir
ajoelha-se na fragilidade
de um calejado calcanhar.
Diante de força familiar
recolhe-se sob um broquel.
Avança,
inútilmente contra a horda
desferindo infinitos golpes
numa exposição indecente
de imprudência banalizada.
Cristalizada em rocha
retornando as eras
incalculáveis forças
na lâmina adornada
pelo diamante negro.
na jornada de um mártir
ajoelha-se na fragilidade
de um calejado calcanhar.
Diante de força familiar
recolhe-se sob um broquel.
Avança,
inútilmente contra a horda
desferindo infinitos golpes
numa exposição indecente
de imprudência banalizada.
Cristalizada em rocha
retornando as eras
incalculáveis forças
na lâmina adornada
pelo diamante negro.
terça-feira, junho 19, 2007
sábado, junho 02, 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
lovely
eis que foge ao quadro
o encanto de tão bela senhorita
delicada, eu diria, quão bela
é ela, repito, é ela
pelos olhos vê-se claro
sé é que posso, por enquanto
diante de ti, em pranto
recito ao inverso a prosa
e a flor que me esqueci
perfumada e linda rosa
ao seu lado apenas seria
uma imensa zombaria
o encanto de tão bela senhorita
delicada, eu diria, quão bela
é ela, repito, é ela
pelos olhos vê-se claro
sé é que posso, por enquanto
diante de ti, em pranto
recito ao inverso a prosa
e a flor que me esqueci
perfumada e linda rosa
ao seu lado apenas seria
uma imensa zombaria
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Pontuado
Diga-me o que te falta.
Mesmo aqui incógnito,
neste sítio recluso
sob o véu da escuridão,
os clamores incessantes
espontâneamente sublimam-se.
Pois que a ingenuidade inata
é certo impedimento aos sentidos;
à razão completa iluminada.
Convir-se há portanto,
este canto inútil,
santuário da treva
é de todo fútil,
pois de fato
não sou.
Mesmo aqui incógnito,
neste sítio recluso
sob o véu da escuridão,
os clamores incessantes
espontâneamente sublimam-se.
Pois que a ingenuidade inata
é certo impedimento aos sentidos;
à razão completa iluminada.
Convir-se há portanto,
este canto inútil,
santuário da treva
é de todo fútil,
pois de fato
não sou.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
nada
escapa aos olhos a extensão
quase à lembrança
um esforço hercúleo
a manter a nau em prumo
contra obstinada bússola
eis que falhas vistas
logram toda lógica
deparo-me novamente
desta linha pertinaz
à frente um passo traz
ante ao ávido terror
de experimentado curso
um regresso repentino
de temida empreitada
resta-me então um ato
quase à lembrança
um esforço hercúleo
a manter a nau em prumo
contra obstinada bússola
eis que falhas vistas
logram toda lógica
deparo-me novamente
desta linha pertinaz
à frente um passo traz
ante ao ávido terror
de experimentado curso
um regresso repentino
de temida empreitada
resta-me então um ato
terça-feira, dezembro 05, 2006
V
jamais se curam
as profundas cicatrizes
inquieto e audaz se faz o sangue
presta as homenagens, o portador rendido
àqueles mais fortes, mais resistentes
a luta justa, luta franca
faltam-me a coragem e o tempo
um levaste o outro
qual, não me recordo
tomado pelos vícios rotineiros
pelas vias respiratórias
me falta, a morte
as profundas cicatrizes
inquieto e audaz se faz o sangue
presta as homenagens, o portador rendido
àqueles mais fortes, mais resistentes
a luta justa, luta franca
faltam-me a coragem e o tempo
um levaste o outro
qual, não me recordo
tomado pelos vícios rotineiros
pelas vias respiratórias
me falta, a morte
segunda-feira, outubro 30, 2006
apresenta-se um início
arrastado, sofrido e melancólico
germina nos cantos frios e úmidos do cérebro
replica-se e contamina, afetuosamente
cria então uma outra verdade na mente
fortalece-se encontrando o sangue
alimento total, carmim cabal
institui-se assim como síndrome
manifesta-se nas unhas, nos olhos
último estágio, o calendário
onde o risco marca
o fim
arrastado, sofrido e melancólico
germina nos cantos frios e úmidos do cérebro
replica-se e contamina, afetuosamente
cria então uma outra verdade na mente
fortalece-se encontrando o sangue
alimento total, carmim cabal
institui-se assim como síndrome
manifesta-se nas unhas, nos olhos
último estágio, o calendário
onde o risco marca
o fim
segunda-feira, outubro 23, 2006
.
Aqui está o contrário
no leito temporal divido-me
que aquilo que jurei incompreensível
desfia-se diante de mim na mais pura conformidade
acende-se em chamas turvas a dúvida divergente
gira sempre a fortuna, teu lugar é o meu
o teu, te ocupas em alcançar
órbitas celestiais, eternos desencontros
retornam eternamente
ponto
no leito temporal divido-me
que aquilo que jurei incompreensível
desfia-se diante de mim na mais pura conformidade
acende-se em chamas turvas a dúvida divergente
gira sempre a fortuna, teu lugar é o meu
o teu, te ocupas em alcançar
órbitas celestiais, eternos desencontros
retornam eternamente
ponto
sexta-feira, setembro 15, 2006
terça-feira, agosto 08, 2006
nada
O tempo do tempo é infindávelmente inatingível
em meio à multidão desconhecida passa, intangível
ponto significante no cerne caótico da rua
reconhecido e visto, perto o bastante para os olhos
intocável ao tato, tolhendo os dedos de seus desejos
à nos sobra apenas a vida, impensável vida
indizível e inegável
o que nos resta então?
dizer o que não devemos
beber o que não podemos
saber o que já sabemos
eis que a vida surge novamente
inscrita em prosa e verso naquilo que nos significa
a, b, c, e todo o resto
que não cabe no grafite e na linha reta
e no entanto é vida como todo o resto
na potência do segundo
esconde-se tudo
tudo
em meio à multidão desconhecida passa, intangível
ponto significante no cerne caótico da rua
reconhecido e visto, perto o bastante para os olhos
intocável ao tato, tolhendo os dedos de seus desejos
à nos sobra apenas a vida, impensável vida
indizível e inegável
o que nos resta então?
dizer o que não devemos
beber o que não podemos
saber o que já sabemos
eis que a vida surge novamente
inscrita em prosa e verso naquilo que nos significa
a, b, c, e todo o resto
que não cabe no grafite e na linha reta
e no entanto é vida como todo o resto
na potência do segundo
esconde-se tudo
tudo
quinta-feira, junho 29, 2006
os pássaros
Eis que em meu peito se apresenta
dor familiar, velha conhecida dos dias frios de inverno
entra arrebatadora desviando as atenções
ocupando imenso espaço vazio
enquanto me encontro em infinita labuta
encerro a vida demasiado curta
em quatro paredes, sem cortinas
espero a banda passar, esperançoso
passará, passará
dor familiar, velha conhecida dos dias frios de inverno
entra arrebatadora desviando as atenções
ocupando imenso espaço vazio
enquanto me encontro em infinita labuta
encerro a vida demasiado curta
em quatro paredes, sem cortinas
espero a banda passar, esperançoso
passará, passará
quinta-feira, maio 25, 2006
sexta-feira, maio 05, 2006
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